Ah... se eu pudesse...


Ah, se eu pudesse te fazer entender como eu te amo, como o meu amor, lembrando a música que você e seu irmão gostam tanto, é um amor maior que eu! Ah, se eu pudesse ter a certeza de que todas as minhas ações, todas as minhas palavras são sempre para o teu bem e que eu estou, sim, acertando!
Você foi uma supresa para mim! E que surpresa! Quando descobri que estava grávida demorei a acreditar que teria alguém me chamando de mamãe, que eu seria mãe! Tive uma gravidez maravilhosa sem enjôos e curti cada dia que passou. Me olhava no espelho e me achava LINDA com aquele barrigão. Adorova sentir seus chutes e ficava imaginando como seria ter o meu bebê nos braços. Um dia, ainda no comecinho, com uma preguiça típica de gravidez, ouvi minha tia dizer: É! Agora você tem alguém que irá ter controlar! Eu não sabia, naquele dia, o quão verdadeiras seriam essas palavras!

Quando você nasceu, a gente estava morando em Fortaleza, mas como papai trabalhava muito, ele deixou a mamãe com a vovó Alice e todos os finais de semana ele vinha nos visitar em Teresina. E todos os dias eu pedia: Filho, nasce quando o papai estiver pertinho! E você me ouviu! Sábado de manhã, seu pai me ligou para ir buscá-lo por que estava chegando e 1h depois você nasceu!

E depois do seu nascimento, com apenas 15 dias, nós voltamos para casa. Papai queria a nossa companhia e já não aguentava mais as viagens. Vovó Alice foi a tiracolo, nossa principal bagagem naquele retorno para casa! Ela me ajudou a organizar suas coisas, a cuidar de você e quando você fez 1 mês, fomos deixar a vovó no aeroporto e como foi difícil voltar para casa sem ela. Quantas dúvidas! Quanto medo! Abraçadinha a você, chorei muito... daquele momento em diante era a mamãe e o papai, o papai e a mamãe. Sem vovós, sem titias... será que eu saberia cuidar de você? Eu queria a minha mãe!

E você, meu lindo bebê, me ensinou tantas coisas. Me ensinou que eu sempre posso mais, que eu sou forte e quanto a mim e a seu pai, sabia que foi você que nos ensinou a como nos repeitar e a nos amar ainda mais? Guilherme, nosso filho... o Huuuguuimmm, Zeziiimmmm, que logo, logo, virou o Guiguizão da mamãe e do papai.

Papai foi estudar no Rio de Janeiro e nós fomos morar na casa da vovó Alice. Ficamos lá por 1 ano e 6 meses e, nesse período, você e o vovô Zé construíram uma linda amizade com direitos e privilégios só seus... como, por exemplo, o único neto a conseguir deitar com o vovô na rede, na hora do jornal e fazê-lo assistir desenhos. Uma criança linda! Filho único! Morando na casa dos avós! Você tinha tudo para ser chatinho, mimado e, ao contrário, era um lindo menino educado , esperto e do bem!
Seu irmão nasceu e todos diziam que você iria me dá muito trabalho por que era muito ligado em mim... meu amor, você foi nota 1000. Com 2 anos e 9 meses recebeu o Gustavo como um troféu. Mamãe ouviu muitas críticas por que você chagava da escola e ia direto falar com ele. As pessoas diziam: ele está sujo. Nao lavou as mãozinhas. Tinha nada não... escondidinha, mamãe trocava os paninhos do Gustavo e limpava a mãozinha dele que você, com tanto carinho fazia questão de pegar. A casa era sua. A mãe era sua. O irmão era seu. Você tinha entrada livre e acho que por isso recebeu seu mano com tanto amor e carinho.
Tantas coisas para escrever... lembro de muitos detalhes da nossa história como, por exemplo, no seu primeiro dia de aula, eu só fui embora da escola por que o papai me levou e passou a manhã comigo na rua... minha vontade era de ir te pegar, ver se você estava bem e, de repente, convenci seu pai a voltar. Sabe como? Tinha esquecido de avisar as tias que você chamava água de "lerulá", imagina, você com sede a manhã toda? A primeira vez que viu chuva, já grandinho e ainda chamando água de "lerulá", virou para sua avó e disse: Vovó, "lerulá" caindo!
Filho amado, não me pergunte por que estou escrevendo isto, mas nesses últimos dias, você anda me desafiando eu já pensei, pensei e não estou conseguindo reverter a situação... pedi colo a minha mãe e ela disse: Filha, você me orgulha como mãe. Guilherme está crescendo! Tenha paciência! Eu, meu amor... só queria que você entendesse que eu só quero que você seja feliz! Simplesmente feliz! E que entenda que a felicidade não é no estar, no ter, nem em apenas um único momento... é feliz aquele que é grato! Gratidão... acho que é a palavra do momento e, à você, minha gratidão por ter me tornado mãe e ter me feito feliz! Muito feliz! Amo você!

Guilherme e seus dentes!

Domingo fomos mais uma vez para a fazenda e depois de um dia de sol, piscina, bola, pintinhos e bodes (eles adoram correr atrás dos bichos, pegar, eu tenho medo de um coice, mas deixo e até hoje nunca se machucaram, só ficam com o agradável cheiro de bode do cabelo aos pés, mas faz parte...) e de um pit stop em uma pizzaria, chegamos exaustos em casa e cada um foi tomar seu banho quando escuto:
- Tiaaaaaaaa... o dente do Gui está sagrando! (Maurilinho)
- Gui?
- Oi mamãe, me ajuda! Fui escovar os dentes e meu dentinho entortou...
- ALEXANDREEEEE! (corri, desesperada para o quarto em busca de socorro) Alexandre! Alexandre! (estava tomando banho) ALEXANDRE! o dente do Gui está sangrando, preciso que você ajude por que eu não consigo nem olhar!
Sabem o que eu escuto???
-Mas eu também não consigo!
Voltei para o banheiro do Gui, mas antes implorei para que o Alexandre fosse e que fosse logo. Na verdade, não voltei para o banheiro, voltei para a porta do quarto com a máquina na mão, tirando fotos dele, tentando tirar o tal dente, incapaz de me aproximar... perguntei se ele estava sentido dor e ele disse que não e eu, ainda na porta, só pedi desculpa para ele, mas eu não era mãe para aquilo... Ele me olhou, percebeu a tristeza e aflição na minha voz e disse: - Mamãe, está tudo bem, só chama o papai! Nesse momento, ele me viu com a máquina e indignado disse: - Mamãe está tirando foto? Eu estou pelado !!!
Nessa hora, ele desistiu de esperar e como não conseguiu tirar o dente, caminhou para o meu quarto, encontrou o pai que teve que vestir a camisa de super-herói e conseguiu salvar a nossa noite. Gui, com mais uma banguela foi dormir feliz da vida.
Quanto a mim, arrasada... confesso que tenho pavor, trauma, medo, não sei bem o que é, a tudo que se refere a dentes, dentista, boca. Levo os meninos para fazer limpeza todas as férias, mas levo com o coração na mão e me estressa só em fingir para eles que sentar naquela cadeira é uma maravilha. Também, não entendo como a gente tem nossos bebês com dentinhos pequenininhos, lindinhos e, de repente, esses dentes caem e nascem uns dentes monstros, enormes, que mal cabem na boca da criança.
Em julho, durante meu curso em Brasília, passei 24h com eles em Fortaleza e como tinha saído de casa ainda em junho, o dentista das férias foi adiado para agosto. Pois assim que vi o Gui, que olhei para a boca dele: que susto! Os incisivo frontais já nasceram, enormes, mas retinhos e eis que eu acho os dois incisivos laterais de baixo já bem grande e bem tortos. Quase entro em desespero e nessas 24h que estive com eles, fiz a loucura de levá-lo em uma dentista só para ter a certeza de poderia esperar mais um mês para ajeitar aquilo (tempo que terminaria meu curso!).
Assim que a nossa rotina foi reestabelecida, fizemos o raio x panorâmico, escolhi uma ortodentista para ele e adorei tudo... o meu desespero de julho foi por que eu pensava que tinha que arrancar os caninos para dar espaço para os laterais crescerem. Bem, essa realmente é uma das linhas chamada de extração seriada que não foi o caso dele. A doutora me explicou tudo o que eu queria saber. Falou sobre a idade dele, sobre o crescimento da mandíbula, sobre isso e sobre aquilo, saí de lá quase uma dentista, rsss e com muios elogios ao meu filhinho lindo e sua boca limpinha. Ela pediu somente que eu observasse de vez em quando o movimento natural dos dentes que seriam empurrados pela língua... e, realmente, estão sendo.
Quanto ao aparelho... esse vai chegar a qualquer momento, de acordo com o crescimento dele e a perda do restante dos dentinhos. Ela acha muito difícil ele escapar do uso por que além de ter os dentinhos de leite pequenos, todos são bem juntinhos, sem espaço, além do fato de que de cara ela identificou que ele dormia de boca aberta... coisa que aconteceu até a cirurgia de amígdalas e adenóide quando ele tinha 3 anos e 2 meses. Já deixamos nosso retorno agendado para dezembro e quanto ao Gustavo, favolito, pirulito da mamãe... até hoje não o levei para a visita de rotina de julho, mas ele tem os dentes bem separados. Toda noite quem faz a limpeza sou eu e acho que está tudo direitinho como sempre... vou levar só nas férias mesmo e já na ortodentista do Gui para já acompanhá-lo também por que daqui a pouco, a fase banguela será a dele.
Falando em fase banguela, Guilherme começou essa troca de dentição bem tarde em comparação aos amiguinhos. Ele perdeu o primeiro quando já tinha 7 anos. Os amiguinhos do Gustavo, a grande maioria já está banguelinha e eu fico aqui na torcida para que assim como o Gui, ele fique só vontade de perder esses dentes logo.
Dia das Crianças
Esse ano estamos todos envolvidos com a Giovanna e na expectativa da sua recuperação, mas nem por isso passou em branco o dia da terça-feira. Mamãe fez um lanche para os nove netos e montou uma mesa que foi um sucesso com aquelas latinhas pequenas de refrigerante, vários tipos de petiscos, bombons, chocolates e pirulitos, além de sanduíches e bolo. Comprou um jogo para cada um e tivemos uma tarde de brincadeiras maravilhosa. Eles ficaram envolvidos com os jogos e com a comilança. Gustavo aproveitou o que podia e o que não podia... já que esse tipo de lanche quase nunca entra aqui em casa.
Não comprei presentes para eles pela primeira vez, mas achei que era um bom momento para ensiná-los que a vida não é tão fácil quanto parece. No sábado, Gustavo me perguntou o que eu iria comprar para eles e eu respondi que não iria comprar nada por que tinha comprado muitas coisas novas para eles viajarem para o Rio, como tênis, pijamas, bermudas... Ele só confirmou o que eu disse, me abraçou e o Gui que ouvia tudo, também me abraçou. Na terça-feira, para não ficar sem nada mesmo resolvi fazer uma surpresa pagando uma dívida que tinha com o Gustavo: estava devendo um picolé para ele! E comprei um montão de picolés para eles que adoraram. Enchemos o freezer (até hoje tem!) e o consumo foi liberado... e eles: sorrisão no rosto! Bem, esse foi o nosso dia das crianças!!!

Chegaram!

Os meninos viajaram na madrugada de sexta-feira e ao chegar em casa com o marido, olhamos um para o outro e ???? Puxa! Que sensação estranha não tê-los em casa e saber que iriam demorar alguns dias para voltar. Na sexta-feira, marido acordou para ir trabalhar e eu fiquei completamente sem direção. Como tinha prova na terça, tentei estudar, mas a sensação de vazio na casa era enorme... o silêncio absurdo e o mais estranho de tudo é que todos os dias de manhã eles vão para a escola, então... não estariam em casa de um jeito ou de outro... coisas de mãe!
Passei a noite apreensiva por notícias, preocupada e fiquei feliz quando falei com eles e descobri que fizeram uma boa viagem e que estavam felizes. No fim do dia, cansados da viagem e do dia de brincadeiras, ao falar com o Gui, Alexandre disse:
- Guilherme, filho, você viajou mesmo! Deixou a gente com tanta saudade!
e ele: - Oh, papai, estou tão arrenpendido!
Conclusão... depois disso evitamos telefonar para eles e também combinamos de não dizer que estávamos com saudade por que se a gente parar para pensar um pouquinho: eles estavam longe de casa, na casa da tia que pouco vê, está certo que estavam com a avó, mas era diferente e podia ser que ficassem inseguros...
Hoje, chegaram em casa, felizes e cheio de histórias para contar. Visitaram o zoológico, ficaram encantados com o corcovado e o que mais gostaram foi de terem visto o Maracanã e o clube do Flamengo. Paixão é paixão! Gustavo adorou um bondinho em que eles andaram e eu estou aqui longe... louca para abraçá-los e para saber de tudo da viagem deles. Minha sogra disse que trouxe muitas fotos e vou ter que conter minha ansiedade e esperar até quinta para reencontrá-los!
Engraçado que Gustavo parece ter ficado com um pouquinho de medo do avião: mamãe, pensei que ele fosse cair com a gente por que foi descendo, descendo e deu um friozinho na minha barriga! Tão lindo ele me contando o que fez... o que viu. Estava um pouquinho frio no Rio nesse final de semana e eles adoraram o clima e fizeram observações a respeito.
Sexta-feira será dia de festa para o Gustavo na escola. Comemoração do dia das crianças e segunda e terça, feriado... vamos ficar em casa mesmo... só curtindo muito os meninos!
Ah, ontem, antes de viajar, recebo um telefonema do meu sobrinho: Tia? Oi Luiz, tudo bom? Tia, é que a Natalinha pediu para eu te contar uma coisa! Advinha tia? Vocês estão namorando? É tia, já sabe, né? Dá para acreditar nisso???? Meu bebê... namorando!!!! Meu afilhado lindo! Minha primeira grande paixão! Luiz e Lara são da mesma idade e estudam na mesma turminha desde o maternal (estão com 15 anos)... Natalinha também é dessa turminha. Luiz morou 8 anos no Rio e através da Lara, manteve contato com todos os amigos. Ao voltar a estudar em Teresina, voltou para a turminha e desde então, percebíamos a paixão dele pela Natália. Lindo de ver! Observar e curtir... viver a primeira paixão! Mais lindo ainda é ele dividir isso com a gente! Agora, não custa lembrar: juízo, Luiz! Rsss

Aumentando...

No final de semana, uma grande loja de brinquedos foi inaugurada em Teresina com várias atrações infantis. Sábado de manhã, depois de estudar com o Gui as provas de segunda, saímos de casa para resolver um monte de coisas, inclusive comprar um presente para um aniversário que teríamos mais tarde e eles estavam loucos para ir por que seria no mesmo local da festinha do Gui, ou seja, mais uma noite de bola, futebol, futebol e bola!
Ao passarmos em frente a nova loja Gustavo e Guilherme pediram para que a gente fosse comprar o presente lá, mas como estava lotado de carro, cheio de bonecos na porta (acho que todos os persongens da Disney foram sentir o calor do b-r-o ó bro de Teresina - gente, fiquei com pena daquelas pessoas vestidas nas fantasias...) mas a magia que queriam, conseguiram por que a entrada da loja estava realmente com aquele ar de mágico que fascina crianças e adultos também... balões, fadas, duendes, princesas... bem, voltando ao que estou tentando contar... os meninos pediram, mas combinei que a gente iria conhecer outro dia por que estava muito cheio, mas que iria passar de novo na porta para que eles pudessem olhar mais um pouquinho e Gustavo diz:
- Mamãe, cada vez que vai aumentando Teresina aumenta mais, não é?
FANTÁSTICO! Preciso dizer que quase morri de orgulho do raciocínio do meu restinho de bebê??? E ainda aproveitei para dar um aula sobre desenvolvimento, crescimento, oportunidade, emprego e eles interessadíssimos e conversando. Guilherme aproveitou para dizer tudo o que já havia aprendido sobre o assunto e eu vivi momentos de mãe babona dentro do carro. Como recompensa, passamos horas na loja (não na nova, rsss), compramos o presente e eles além de brincarem, olharam as novidades (não me pediram nada!)!
E, como todo sábado, seguimos para o almoço em família na casa da minha mãe... e de lá saímos depois de 23h... perdemos o aniversário, mas em troca tivemos um dia em família maravilhoso! Só fiquei chateada por que como nem imaginava que o dia seria tão, tão bom, não estava com minha máquina e não registrei as milhares de brincadeiras que os meninos inventaram.
Geralmente, no sábado, na casa da mamãe, eles (os meninos e os primos) ficam jogando DS, amontoados dentro de um mesmo quarto com a tv ligada, um monte de revistas, jogos e todo mundo faz tudo ao mesmo tempo (loucura entrar lá, não recomendo). Lorie e Gustavo, os dois menores, são os únicos que ainda andam circulam por um tempo maior do lado de fora. Eles andam de velocípede (preciso tirar foto deles... são três velocípedes que devem ter uns 14 anos de idade e até hoje aguentam o tranco. Gustavo passa horas fazendo fila, estacionando...) e a outra dupla que brinca um pouco do lado de fora é o Gui e o Maurilinho, mas por pouco tempo por que como só podem jogar DS no final de semana, o vício chama.
Nesse sábado, acho que a gente ainda estava em estado de choque com o diagnóstico de uma doença neurológica na minha irmã mais velha. Não ia falar nisso aqui, mas... esá fazendo parte das nossas vidas hoje e tenho FÉ, muita FÉ que a Gió terá a doença em sua forma secundária, podendo ter a remissão total de seus sintomas. Quem souber alguma coisa sobre Miastenia Gravis e quiser, puder dividir será bem-vindo. Passei exatamente uma semana pesquisando e estudando o assunto... Em Teresina, infelizmente, é raríssima e como a experiência na medicina e na vida ainda são de grande valia, hoje ela embarca para São Paulo aonde terá duas consultas com doutores especialistas no assunto. Já sabemos que ela terá que fazer uma cirurgia... já sabemos que ela tem 50% de chance de cura, já sabemos que ela tem condições de uma vida normal... resta agora, confiar nas escolhas feitas e acreditar Nele!
E todo mundo chegou e ficou sentadinho em torno da Gió, jogando conversa fora e aproveitando que ela estava ótima, bem humorada sem nenhuma fadiga e fomos ficando, ficando, ficando... meus cunhados e Alexandre começaram a beber e a fazer churrasco. As crianças todas do lado de fora brincando... bem... o almoço acabou depois das 23h. Os meninos inventaram todo o tipo de brincadeira possível com garrafas pets. Achei o máximo! Jogaram golfe - as garrafas eram os tacos! Jogaram boliche - as garrafas eram os pinos! Jogaram tênis - as garrafas eram as raquetes! Curtiram a piscina! Brincaram, brincaram e brincaram, enquanto a gente, só curtia as invenções e lamentávamos a ausência da máquina para registrar uma tarde tão gostosa entre primos.
Gustavo e Guilherme dormiram até quase 10h do domingo... estavam de ressaca de tanta brincadeira! E o melhor de tudo foi a ausência total de confusão! Ninguém brigou com ninguém hora nenhuma... PERFEITO!
Quanto a Gió, minha irmãzinha do coração... Giovanna é 7 anos mais velha que eu e ajudou muito a mamãe comigo. Ela foi uma das responsáveis pelo meu jeito mimado e assumido de ser. Fazia, ou melhor, ainda faz, tudo o que eu quero! Curte os meus meninos quase com uma avó... quando pequena, eu a chamava de Nanana Quando ela casou, eu tinha 16 anos e quando ela chegou de lua de mel, lembro que foi na hora do almoço e estava todo mundo esperando, teve almoço na casa da mamãe e depois... cadê a minha irmã??? Nossa! Chorei tanto quando ela foi para a casa dela!!! Tanto!!! Sou madrinha do Luiz, seu primeiro filho (também sou madrinha da Lara, primeira filha da Larissa, muito amor, né?), nem sei por que estou escrevendo isso... talvez por estar sozinha, por estar com medo do desconhecido e por querer um bem tão grande a ela... tão grande que não queria que ela estivesse passando por isso. Minha irmã, tenho certeza que sabe que amo você! Tenho certeza que sabe que eu e Larissa somos capazes de fazer o que estiver ao nosso alcance por você e para você. Estamos rezando, torcendo, esperando você de volta dessa primeira etapa cheia de esperança e alegria! Vamos confiar em Deus que para Ele nada é impossível!

Guilherme e Gustavo no Rio de Janeiro

Guilherme e Gustavo no Rio de Janeiro e mamãe em casa, com uma enorme de dor de cotovelo por ter deixado os filhos viajarem... não, isso não aconteceu ainda... mas vai... e meu coração já está ansioso.
Bem tudo começou assim: nas férias que eles passaram em Fortaleza, as primas que moram no Rio também foram para lá e eles brincaram muito, ficaram muito próximos. O aniversário da minha sobrinha, Laura, é agora e ela me ligou pedindo para que eu deixasse os meninos irem para o aniversário dela e fiquei sem ter como dizer não... Só me restou começar a ajeitar o Kit Rio de Janeiro de cada um, rsss... coisa que fiz no sábado por que teria aula essa semana, mas meu professor resolveu desaparecer e aqui estou, uma semana em casa. Maravilha!
Os meninos vão viajar com a minha sogra e os três estão empolgadíssimos. Vai ser uma viagem curta por que assim como eles, a Laura também está em época de aula, e estou apostando que será um programa excelente para todos, mas ao mesmo tempo, confesso que estou ansiosa por ficar alguns dias sem eles... vou poder embarcá-los, mas não vão curti a chegada deles, já que estarei em aula! Coisas da vida! A princípio não queria que eles fossem por puro egoísmo meu... egoísmo no sentido de querer ficar com eles o tempo todo, mas Gustavo sonha em conhecer o Rio por que como uma parte da minha família e outra da família do marido moram lá... ele sempre está em contato com os cariocas nordestinos, rssss No fundo, assumo que acho que queria estar no lugar da sogra e poder estar com eles durante a viagem. Eles adoram viajar, curtem todo e qualquer programa e se comportam bem demais.
Para o kit viagem, falta ainda um tênis para o Gustavo, mas não encontro nem aqui, nem em Fortaleza, nem na net... poxa vida! Quando o tamanho do pé dele estava 26, ficou um tempão sem sandálias por que não existia com essa numeração (as que eu encontrava achava terrível) e agora, com o pé 31, também não encontro! Vai acabar viajando de sandálias por que todos os tênis que ele tinha (posso já usar o passado) ficaram apertados de uma vez.
Ontem, ao colocar os dois para dormir, dei um beijo e disse que iria viajar de madrugada para assisti aula e voltaria de tarde. Que eles fosse me buscar e que eu iria cumprir o que eu havia prometido para o Gustavo.
Pausa para explicar a promessa: Gustavo começou do nada a não querer mais lavar o dito cujo dele. Eu, como mulher, admito minha incompetência ao lidar com esse troço no que diz respeito a limpar, etc e tal. Tenho medo de puxar demais, de machucar e, na última vez que tirei a cabeça para lavar, ele chorou muito, choro sentido, lágrimas nos olhos e tudo o mais. Conversei com o Alexandre e pedi que ele assumisse isso por que como homem e possuidor de algo similar, deveria ser mais fácil, rsss Gustavo, ao mencionarmos que deveríamos tentar lavar, que não podia ficar sujo, chorava, corria, ficava nervoso, zangado e decidimos então procurar um médico urologista pediatra.
Chegando lá, descobrimos que ele estava com o piu-piu inflamado por que ao fazer xixi, o xixi ficava na pele de cima e acabava queimando. O dr. nos explicou vários procedimentos e Gustavo acabou aceitando, depois de MUITA conversa, a aprender como tirar as últimas gotinhas que sempre caem... para o pai e para a mãe... 30 dias de massagens, duas vezes ao dia, durante 10 minutos.
As massagens surtiram um efeito enorme por que o Gustavo aprendeu a manusear melhor e ele aprendeu a confiar mais no pai e na mãe que para não traumatizá-lo não tentamos mais tirar a força, nem lavar, nem nada. Só que com a ajuda da pomada e a massagem que o médico ensinou, o negócio sai sozinho, sem força nenhuma e ele abre um sorrisão e diz: não tira mamãe! Morrendo de rir!
Bem, estamos com 15 dias de massagem e como falei o negócio sai bem direitinho o outro passo agora era convencê-lo a lavar... ao arrumar o kit Rio, fui vestir no Gui uns casacos para ver se ainda servia e coisas do tipo. Ele, olhando o irmão de rabo de olho, com a maior cara de chantagista, diz: - Tu só compra coisa bonita para o Gui! Queria tanto um casaco desses!!! Eu... sabendo da alucinação dele por casaco, aproveito e digo: - Vamos lavar a "bichona" que eu trago um casaco lindo de Fortaleza para você! Na mesma hora ele topou...
Ontem, cheguei a sair de casa para embarcar, mas desisti de viajar por vários motivos e ao chegar em casa, entrei no quarto deles e como o Gustavo sempre conversa com a gente dormindo, disse:
- Gustavo, a mamãe não viajou!
Ele me abraçou e me beijou, sempre de olhinhos fechados e eu:
- Gustavo, você preferia a mamãe ou o casaco? e ele:
- O casaco! Virou para o lado e continuou a dormir...
Hoje de manhã, na hora que ele acordou eu contei para ele que riu, me beijava e eu dizia: saí, filho, mamãe não é o casaco! - Mas Gustavo, fui trocada por um casaco! Foi tão engraçado a reação dele e mais interessante ainda quando antes de sair para a aula, pedi um beijo e ele: - Mamãezinha! Minha mamãezinha! Sei que vou ganhar meu casaco, só vai demorar mais, ?
Ohhh figurinha linda meu Gustavo! Volto depois, preciso falar do Gui e seus dentes... uma verdadeira aventura!

Nova rotina e Guilherme

Depois da folga do aniversário do Gui e do feriado, rotina de volta e com ela todos os medos e inseguranças que continuo sentindo ao deixar os meninos em casa. Cheguei a uma conclusão brilhante: nunca vou me acostumar em deixá-los! E, com isso, toda segunda é um dia nervoso para mim com a proximidade da viagem chegando, mas... passa rápido. Hoje, já fiquei sabendo que muito provavelmente minhas aulas só irão até o começo de novembro e se isso for confirmado, falta, realmente, pouco para o final da primeira etapa!

Passar duas semanas em casa foi maravilhoso e espero ter conseguido acalmar mais o Gui que está dando um certo trabalhinho com as minhas ausências. Sempre falei que Guilherme é imaturo, mais bebêzão que o Gustavo. Quando viajamos é quem demonstra sentir mais a nossa falta. E eu confesso ter mimado muito, ter curtido muito o meu Gui bebê, penso que por ele ser o meu primeiro filho, cometi certos exageros ao querer cuidar demais, natural de mãe de primeira viagem!

Quinta-feira viajei de manhãzinha e voltei de tarde e ao colocá-lo para dormir na noite de quarta, ele me abraçou e disse: mamãe, fica, me sinto tão mais seguro quando estou com você! Meu coração ficou arrasado e não sei como tive forças para não chorar na frente dele e ainda apoiá-lo, dizer que voltava ainda no mesmo dia, mas que na outra semana a rotina voltaria e que nós dois teríamos que nos ajudar para conseguirmos juntos passar esse período!

Pela primeira vez na vida ele não conseguiu fazer suas provas. As duas provas que fez quando estava viajando, ele deixou questões em branco por falta de tempo. Não me contou por que sabe que sou exigente com notas, com disciplina e ficou com medo de que brigasse com ele. Descobri por que como estou ausente durante a semana, sempre chego cedo nas sextas-feiras para conversar com a coordenadora e acompanhá-lo...

Nessa sexta-feira saí do colégio aos prantos... eu e ele. Abraçados e chorando! Meu Deus! Quanta coisa passou pela minha cabeça! Quantos questionamentos! Mas não tenho dúvida de que tenho que cuidar da minha vida, do meu futuro, do qual, inclusive, ele faz parte. Ao chegar a escola, fiquei sabendo que ele estava nervoso por que ainda tinha cinco questões de cálculo e já tinha batido o primeiro sinal e eu sabia que ele estava nervoso por mim, com medo de alguma possível repreensão.

Não sou louca, nem o pai é louco, mas lá em casa temos regras a serem cumpridas e a principal são boas notas no colégio, mas é lógico que essas notas só serão cobradas dentro das condições normais de estudo da criança. Eu não dei nem ouvidos a coordenadora que pediu que eu não fosse até a sala de aula e simplesmente subi a rampa, pedi para a professora para falar com ele e me abaixei, olhei nos olhos dele e disse: - Filho, confie me mim! Se você quiser, não precisa mais fazer essa prova. Vamos embora e depois nós estudamos e você recupera na próxima!(Pausa para explicação: a aula dele acaba 11:40h, mas em dia de prova, as crianças que não terminam tem um horário a mais para fazer a prova, ou seja, até 12:30h - Guilherme sempre terminou as provas antes de 11:40h, quando não aguentei e fui falar com ele, era quase 12:20h) Ele chorando, com o rostinho nervoso, me disse que queria fazer, que sabia fazer, mas não entendia por que estava tão devagar.

Disse então que estaria embaixo, esperando por ele... quando ele desceu, que me olhou, nervoso, com os olhos cheios de lágrimas. Nossa! Foi barra! Nem sei o que senti... culpa, medo, raiva, mas depois do primeiro momento passou o nervosismo, a emoção acalmou e vi que isso vai ser bom até para o amadurecimento dele e independência, mas ele está vagaroso, dando um pouquinho de trabalho para fazer as tarefas, mas estamos indo com calma e, às vezes, fico com muita raiva de mim quando fico sem paciência com ele. Tudo o que ele não precisa no momento é de falta de paciência, mas é que é complicado... ah, como é!

O colégio pediu autorização para que a psicológa conversasse com ele e eu autorizei. Serão três encontros para então me chamarem lá. Estou ansiosa esperando, mas tenho Fé em Deus e acredito que é somente uma fase de adaptação e ele já está melhor. Os três dias de provas seguintes (seg, ter e qua) ele fez normalmente e eu fiquei na dúvida: fez pelo apoio que teve ou fez simplesmente pelo fato de que eu estava em casa????

Na semana que isso aconteceu resolvi retornar com todas as atividades dele que estavam paradas por que eu ainda não tinha conseguido raciocinar um esquema de leva e busca para os dias que não estou lá. Graças a Deus, tudo foi resolvido facilmente:

  • Gustavo irá fazer a tarefa no colégio. Já chega em casa com tudo pronto nas terças, quartas e quintas. Ele termina bem na hora em que Alexandre pode ir buscá-los e dessa maneira resolvemos dois problemas: a tarefa do Gustavo e a volta do colégio. Enquanto isso, Guilherme realiza sua vontade de ficar até mais tarde, brincando com os amigos.
  • O futebol... Gustavo está fazendo aula agora e é uma comédia. Por duas vezes já deixei minha atividade física de lado (detalhe, único dia que posso fazer) e fiquei curtindo meu filhote lindo, vibrando com sua aula. Tem um dia da semana que eu levo e, no outro, Gui vai de carona com a mãe de um amiguinho (um dia eu levo, no outro, ela). Quanto ao Gustavo, único trabalho que vamos dar as vovós... um único dia na semana, semana sim, semana não, vão se reversar e levá-lo para seu futebol.
  • Já a natação, encaixou nos outros dias em que estou em casa.

Ficou muito puxado para mim que já vivia olhando para o relógio... coisas de mãe. Mas só em retornar os meninos as suas atividades, percebi uma maior tranquilidade neles. Espero que isso ajude também ao Gui... agora, para encerrar esse post gigantesco, preciso contar do Gustavo.

O ideal para mim seria que os dois fizessem futebol juntos, mas no mesmo horário da turminha dele, não tinha mais vaga para o Gui. Resolvi levá-lo no futebol antigo do Gui, que é uma turma única de 5 a 10 anos, mas que, na verdade, só tem meninos de 9 e 10 com exceções de uns 3 a 4 (Gui é um deles). Quando chegamos lá, ele me perguntava o tempo todo se iria fazer a aula, quando os meninos começaram, ele ficou com medo, votou do meio do campo, cabeça baixa e disse: Não, mamãe! Não vou fazer! Pode deixar que vou ficar aqui sentadinho! Já sabem o que eu fiz, ? Peguei o carro e fui lá para o outro lado, para a aula dele... com os meninos da idade dele. Que felicidade! Que sorriso! Fiz a matrícula sem ainda ter armado o esquema das idas e vindas, mas tudo fechou certinho, apesar do meu trabalho ter dobrado.

Fotinho do aniversário de 15 anos da Larinha. Minha princesa linda! Confesso que sempre achei uma babaquice festa de 15 anos, mas eu curti cada minuto da Lara e sua emoção! Os meninos foram, dormiram a tarde e aguentaram a madrugada sem problemas... dançaram com a prima e Gustavo estava achando o máximo a roupa igual a do pai!


Guilherme - 8 anos!

Na terça-feira, dia 31 de agosto, Guilherme completou 8 aninhos de idade e passamos o dia em festa, comemorando o aniversário dele. De manhãzinha, acordou com presentes e mimos da mamãe, do papai e do irmão. Foi para a escola e, na volta, saímos de lá com o carro completamente carregado de meninos e mochilas. "Meus primos" (assim ele se refere aos primos - a boca cheia de orgulho), com a exceção da Lara e do Luiz que estudam a tarde, todos os outros vieram e fizeram a festa com ele.
A ideia do almoço surgiu por que todas as crianças estavam em provas e os meus sogros iriam viajar e não participariam dos parabéns dele no sábado. Acabamos reuninado a família aqui e ele se divertiu muito e estava feliz. Foi um almoço rápido, mas bem divertido! Louise preparou uma pequena surpresa para ele: um caderninho com o poema dos 8 anos e mensagens de vários amiguinhos.
Depois do almoço, estudamos para a última prova do mês e brincamos o resto do dia. Assim que ele deitou para dormir, me abraçou e disse: mamãe estou tão feliz!!! Isso não tem preço!


Almoço de aniversário!



Tive uma semana cansativa e não parei um minuto sequer. Acabei faltando a aula de quinta-feira também por problemas que depois menciono aqui e só assim tive tempo para fazer um convite e organizar o jogo de futebol do Gui. Fiquei bem feliz por que o local que eu queria alugar estava ocupado e houve uma desistência e a festinha dele foi ótima. Aluguei um local que tem um campo de futebol e um de badminton e tanto as meninas, como os meninos brincaram muito. Guilherme jogou futebol das 19h às 23h. Gustavo também!

Aliás, Gustavo merece um comentário a parte, o pequeno ganhou sua primeira chuteira e estava todo equipado com luvas de goleiro e tudo o mais. Correu a noite TODA. Foi o juiz do jogo. Cheio de cartões na mão e apito. Cantou os parabéns do irmão com um sorisão no rosto e CURTIU cada minuto! Chegou em casa o próprio resto de gente e, no domingo, quase não caminhava, rsss

Adorei a experiência desse aniversário, principalmente, por que meu objetivo maior era fazer com que as crianças se divertissem e não consigo nem palavars para falar dos sorrisos, das quedas, das boladas, da farra que fizeram. Muitos amiguinhos da escola e do prédio foram. Fiz um lanche simples com barraquinha de crepes, batata frita e cachorro-quente e tivemos que parar o jogo várias vezes para que comessem por que se dependesse deles, não comeriam! Fiquei impressionada por que quase não beberam refrigerantes, trouxe um monte de volta para casa, mas me compensação, comprei 10l de água a mais do que o recomendado e não voltei com nada, rsss

Decidi acabar com o grande estrago de bombons que são essas festinhas e de lembrancinha, comprei um caixa de chocolate para cada um, enrolei em papel preto e vermelho e foi um sucesso. Para não dizer que não tinha bombons, para encher a mesa, coloquei pirulitos e algumas balinhas para fazer volume. O bolo, ele havia pedido parecido com o do Gustavo que esse ano foi de copa do mundo, só que do Flamengo, e assim fiz...





Entrei no clima e comprei uma blusa do Flamengo para mim... a alegria do Gui ao me ver com a blusa do time dele: Mamãe, não sabia que tinha blusa do Flamengo! Rsss Muito engraçado!

Fiquei extremamente realizada ao final da festinha dele pela felicidade deles. Nas fotos dos parabéns, Gui está sempre com essa cara séria e todo suado, mas ao ser perguntado pelo sorriso, ele responde: é que minhas pernas estavam doendo, queria mesmo era estar jogando. Vai entender! Rss Chegamos em casa e ele ainda teve fôlego para abrir os presentes, mas não conseguiu brincar. Dormiu!!!

Foi uma semana cheia de emoções para o Gui que estava tão ansioso que chegou a me dizer que não conseguia dormir... entre o dia do aniversário e a festinha, teve a tão esperada troca de faixa de judô, relativa ao ano de 2009 que estava atrasada. Ele, que ganhou kimono novo, estava orgulhoso demais. A cerimônia de entrega de faixa foi linda e bem organizada. O pai entregou a nova faixa que é azul e branca agora. Depois da cerimônia, passamos na casa da minha mãe para que ele mostrasse sua faixa e fomos jantar, os quatro, para comemorarmos essa conquista do Gui! Em outubro o Gustavo trocará a dele... deixará de ser faixa branca, será cinza e branca!



Muitas coisas para contar, mas desanimada com o blog... tão poucos comentários... às vezes, penso em fechá-lo e continuar a escrever para ter meu pequeno diário, mas o que mais me motiva a continuar é a troca de experiência que temos por aqui... vou refletir...