Aumentando...
Guilherme e Gustavo no Rio de Janeiro
Nova rotina e Guilherme
Depois da folga do aniversário do Gui e do feriado, rotina de volta e com ela todos os medos e inseguranças que continuo sentindo ao deixar os meninos em casa. Cheguei a uma conclusão brilhante: nunca vou me acostumar em deixá-los! E, com isso, toda segunda é um dia nervoso para mim com a proximidade da viagem chegando, mas... passa rápido. Hoje, já fiquei sabendo que muito provavelmente minhas aulas só irão até o começo de novembro e se isso for confirmado, falta, realmente, pouco para o final da primeira etapa!
Passar duas semanas em casa foi maravilhoso e espero ter conseguido acalmar mais o Gui que está dando um certo trabalhinho com as minhas ausências. Sempre falei que Guilherme é imaturo, mais bebêzão que o Gustavo. Quando viajamos é quem demonstra sentir mais a nossa falta. E eu confesso ter mimado muito, ter curtido muito o meu Gui bebê, penso que por ele ser o meu primeiro filho, cometi certos exageros ao querer cuidar demais, natural de mãe de primeira viagem!
Quinta-feira viajei de manhãzinha e voltei de tarde e ao colocá-lo para dormir na noite de quarta, ele me abraçou e disse: mamãe, fica, me sinto tão mais seguro quando estou com você! Meu coração ficou arrasado e não sei como tive forças para não chorar na frente dele e ainda apoiá-lo, dizer que voltava ainda no mesmo dia, mas que na outra semana a rotina voltaria e que nós dois teríamos que nos ajudar para conseguirmos juntos passar esse período!
Pela primeira vez na vida ele não conseguiu fazer suas provas. As duas provas que fez quando estava viajando, ele deixou questões em branco por falta de tempo. Não me contou por que sabe que sou exigente com notas, com disciplina e ficou com medo de que brigasse com ele. Descobri por que como estou ausente durante a semana, sempre chego cedo nas sextas-feiras para conversar com a coordenadora e acompanhá-lo...
Nessa sexta-feira saí do colégio aos prantos... eu e ele. Abraçados e chorando! Meu Deus! Quanta coisa passou pela minha cabeça! Quantos questionamentos! Mas não tenho dúvida de que tenho que cuidar da minha vida, do meu futuro, do qual, inclusive, ele faz parte. Ao chegar a escola, fiquei sabendo que ele estava nervoso por que ainda tinha cinco questões de cálculo e já tinha batido o primeiro sinal e eu sabia que ele estava nervoso por mim, com medo de alguma possível repreensão.
Não sou louca, nem o pai é louco, mas lá em casa temos regras a serem cumpridas e a principal são boas notas no colégio, mas é lógico que essas notas só serão cobradas dentro das condições normais de estudo da criança. Eu não dei nem ouvidos a coordenadora que pediu que eu não fosse até a sala de aula e simplesmente subi a rampa, pedi para a professora para falar com ele e me abaixei, olhei nos olhos dele e disse: - Filho, confie me mim! Se você quiser, não precisa mais fazer essa prova. Vamos embora e depois nós estudamos e você recupera na próxima!(Pausa para explicação: a aula dele acaba 11:40h, mas em dia de prova, as crianças que não terminam tem um horário a mais para fazer a prova, ou seja, até 12:30h - Guilherme sempre terminou as provas antes de 11:40h, quando não aguentei e fui falar com ele, era quase 12:20h) Ele chorando, com o rostinho nervoso, me disse que queria fazer, que sabia fazer, mas não entendia por que estava tão devagar.
Disse então que estaria embaixo, esperando por ele... quando ele desceu, que me olhou, nervoso, com os olhos cheios de lágrimas. Nossa! Foi barra! Nem sei o que senti... culpa, medo, raiva, mas depois do primeiro momento passou o nervosismo, a emoção acalmou e vi que isso vai ser bom até para o amadurecimento dele e independência, mas ele está vagaroso, dando um pouquinho de trabalho para fazer as tarefas, mas estamos indo com calma e, às vezes, fico com muita raiva de mim quando fico sem paciência com ele. Tudo o que ele não precisa no momento é de falta de paciência, mas é que é complicado... ah, como é!
O colégio pediu autorização para que a psicológa conversasse com ele e eu autorizei. Serão três encontros para então me chamarem lá. Estou ansiosa esperando, mas tenho Fé em Deus e acredito que é somente uma fase de adaptação e ele já está melhor. Os três dias de provas seguintes (seg, ter e qua) ele fez normalmente e eu fiquei na dúvida: fez pelo apoio que teve ou fez simplesmente pelo fato de que eu estava em casa????
Na semana que isso aconteceu resolvi retornar com todas as atividades dele que estavam paradas por que eu ainda não tinha conseguido raciocinar um esquema de leva e busca para os dias que não estou lá. Graças a Deus, tudo foi resolvido facilmente:
- Gustavo irá fazer a tarefa no colégio. Já chega em casa com tudo pronto nas terças, quartas e quintas. Ele termina bem na hora em que Alexandre pode ir buscá-los e dessa maneira resolvemos dois problemas: a tarefa do Gustavo e a volta do colégio. Enquanto isso, Guilherme realiza sua vontade de ficar até mais tarde, brincando com os amigos.
- O futebol... Gustavo está fazendo aula agora e é uma comédia. Por duas vezes já deixei minha atividade física de lado (detalhe, único dia que posso fazer) e fiquei curtindo meu filhote lindo, vibrando com sua aula. Tem um dia da semana que eu levo e, no outro, Gui vai de carona com a mãe de um amiguinho (um dia eu levo, no outro, ela). Quanto ao Gustavo, único trabalho que vamos dar as vovós... um único dia na semana, semana sim, semana não, vão se reversar e levá-lo para seu futebol.
- Já a natação, encaixou nos outros dias em que estou em casa.
Ficou muito puxado para mim que já vivia olhando para o relógio... coisas de mãe. Mas só em retornar os meninos as suas atividades, percebi uma maior tranquilidade neles. Espero que isso ajude também ao Gui... agora, para encerrar esse post gigantesco, preciso contar do Gustavo.
O ideal para mim seria que os dois fizessem futebol juntos, mas no mesmo horário da turminha dele, não tinha mais vaga para o Gui. Resolvi levá-lo no futebol antigo do Gui, que é uma turma única de 5 a 10 anos, mas que, na verdade, só tem meninos de 9 e 10 com exceções de uns 3 a 4 (Gui é um deles). Quando chegamos lá, ele me perguntava o tempo todo se iria fazer a aula, quando os meninos começaram, ele ficou com medo, votou do meio do campo, cabeça baixa e disse: Não, mamãe! Não vou fazer! Pode deixar que vou ficar aqui sentadinho! Já sabem o que eu fiz, né? Peguei o carro e fui lá para o outro lado, para a aula dele... com os meninos da idade dele. Que felicidade! Que sorriso! Fiz a matrícula sem ainda ter armado o esquema das idas e vindas, mas tudo fechou certinho, apesar do meu trabalho ter dobrado.
Fotinho do aniversário de 15 anos da Larinha. Minha princesa linda! Confesso que sempre achei uma babaquice festa de 15 anos, mas eu curti cada minuto da Lara e sua emoção! Os meninos foram, dormiram a tarde e aguentaram a madrugada sem problemas... dançaram com a prima e Gustavo estava achando o máximo a roupa igual a do pai!
Guilherme - 8 anos!
A ideia do almoço surgiu por que todas as crianças estavam em provas e os meus sogros iriam viajar e não participariam dos parabéns dele no sábado. Acabamos reuninado a família aqui e ele se divertiu muito e estava feliz. Foi um almoço rápido, mas bem divertido! Louise preparou uma pequena surpresa para ele: um caderninho com o poema dos 8 anos e mensagens de vários amiguinhos.
Depois do almoço, estudamos para a última prova do mês e brincamos o resto do dia. Assim que ele deitou para dormir, me abraçou e disse: mamãe estou tão feliz!!! Isso não tem preço!
Almoço de aniversário!
Tive uma semana cansativa e não parei um minuto sequer. Acabei faltando a aula de quinta-feira também por problemas que depois menciono aqui e só assim tive tempo para fazer um convite e organizar o jogo de futebol do Gui. Fiquei bem feliz por que o local que eu queria alugar estava ocupado e houve uma desistência e a festinha dele foi ótima. Aluguei um local que tem um campo de futebol e um de badminton e tanto as meninas, como os meninos brincaram muito. Guilherme jogou futebol das 19h às 23h. Gustavo também!
Aliás, Gustavo merece um comentário a parte, o pequeno ganhou sua primeira chuteira e estava todo equipado com luvas de goleiro e tudo o mais. Correu a noite TODA. Foi o juiz do jogo. Cheio de cartões na mão e apito. Cantou os parabéns do irmão com um sorisão no rosto e CURTIU cada minuto! Chegou em casa o próprio resto de gente e, no domingo, quase não caminhava, rsss
Adorei a experiência desse aniversário, principalmente, por que meu objetivo maior era fazer com que as crianças se divertissem e não consigo nem palavars para falar dos sorrisos, das quedas, das boladas, da farra que fizeram. Muitos amiguinhos da escola e do prédio foram. Fiz um lanche simples com barraquinha de crepes, batata frita e cachorro-quente e tivemos que parar o jogo várias vezes para que comessem por que se dependesse deles, não comeriam! Fiquei impressionada por que quase não beberam refrigerantes, trouxe um monte de volta para casa, mas me compensação, comprei 10l de água a mais do que o recomendado e não voltei com nada, rsss
Decidi acabar com o grande estrago de bombons que são essas festinhas e de lembrancinha, comprei um caixa de chocolate para cada um, enrolei em papel preto e vermelho e foi um sucesso. Para não dizer que não tinha bombons, para encher a mesa, coloquei pirulitos e algumas balinhas para fazer volume. O bolo, ele havia pedido parecido com o do Gustavo que esse ano foi de copa do mundo, só que do Flamengo, e assim fiz...
Entrei no clima e comprei uma blusa do Flamengo para mim... a alegria do Gui ao me ver com a blusa do time dele: Mamãe, não sabia que tinha blusa do Flamengo! Rsss Muito engraçado!
Fiquei extremamente realizada ao final da festinha dele pela felicidade deles. Nas fotos dos parabéns, Gui está sempre com essa cara séria e todo suado, mas ao ser perguntado pelo sorriso, ele responde: é que minhas pernas estavam doendo, queria mesmo era estar jogando. Vai entender! Rss Chegamos em casa e ele ainda teve fôlego para abrir os presentes, mas não conseguiu brincar. Dormiu!!!
Foi uma semana cheia de emoções para o Gui que estava tão ansioso que chegou a me dizer que não conseguia dormir... entre o dia do aniversário e a festinha, teve a tão esperada troca de faixa de judô, relativa ao ano de 2009 que estava atrasada. Ele, que ganhou kimono novo, estava orgulhoso demais. A cerimônia de entrega de faixa foi linda e bem organizada. O pai entregou a nova faixa que é azul e branca agora. Depois da cerimônia, passamos na casa da minha mãe para que ele mostrasse sua faixa e fomos jantar, os quatro, para comemorarmos essa conquista do Gui! Em outubro o Gustavo trocará a dele... deixará de ser faixa branca, será cinza e branca!
Muitas coisas para contar, mas desanimada com o blog... tão poucos comentários... às vezes, penso em fechá-lo e continuar a escrever para ter meu pequeno diário, mas o que mais me motiva a continuar é a troca de experiência que temos por aqui... vou refletir...
J Quest Victor & Léo
Loucura! Loucura que valeu a pena cada esforço! Sempre comentei a paixão que os meninos tem por música. No aniversário deles do ano passado, o avô começou a presenteá-los com instrumentos musicais infantis; primeiro o Gustavo ganhou um arcodeão, depois o Gui, um violão e, no aniversário do Gustavo de 2010, uma bateria chegou aqui em casa! Fora isso, eles têm microfone, caixa de som e adoram ouvir músicas e "tocar" seus instrumentos, cantar... fazer a festa!
Fizemos uma viagem com os meninos para Fortaleza em dezembro de 2006 e quando chegamos fiz um vídeo que teve como trilha sonora Skank e J Quest com as músicas Vou Deixar, Além do Horizonte, entre outras. Eles acabaram gostando desse tipo de música pela quantidade de vezes que assistiram o vídeo.
Alexandre toca alguns instrumentos, mas não tem uma constância. Tem épocas que toca todos os dias até que cansa, guarda o violão e o esquece por alguns meses. Sempre que ele toca, tem público cativo: os meninos não saem de perto, observando cada movimento e cantando o que sabem.
Sem nenhuma explicação, Gustavo descobriu um DVD do J Quest aqui em casa e pronto: todos os dias ele escutava uma, duas, três vezes... aprendeu todas as músicas, os nomes dos componentes da banda e as tardes daqui durante dois meses seguidos foram de sessões musicais, bateria em ação e violão. Guilherme se viu obrigado a gostar ou gostar do DVD que tocava insistentemente no seu quarto. Ouvi-los cantar, tocar, imitar os cantores era uma diversão para mim e para o Alexandre que mesmo, às vezes, tendo trabalho para fazer em casa, não se incomodava com o barulho.
Ontem, sábado, dia 28 de agosto, teve uma grande festa de uma rádio da cidade que trouxe como atrações Victor & Léo e J Quest. Os meninos também gostam e cantam Victor & Léo... desde minha temporada em Brasília, articulei uma maneira de poder levá-los para esse show com segurança. Alexandre topou tudo na hora e compramos as entradas para um camarote, para ter assim, uma maior segurança, mas quem disse que assistimos o show do J do camarote??? Fomos para a galera, em frente ao palco, bem em frente mesmo, tinha um espaço mais ou menos reservado e todo mundo ficou encantado com os dois pequenos, cantando e vibrando com cada música.
Minha irmã foi com meus sobrinhos, Lara (15), Guto (13) e Louise (12) e eles foram fundamental por que ficaram sempre por perto, fazendo uma pequena área de isolamento para os meninos. Gui e Louise pularam e cantaram o show todo. Já Gustavo, ainda pequeno demais para a multidão ficou do meu braço para o braço do pai. Eu, que estava de salto, troquei de sapato no meio do tempo com a Lara, que estava de tênis, mas calça um número a menos que eu, rsss Mas a emoção dos meninos valia aquele último esforço... Rogério Flausino por duas vezes falou com o Gustavo de cima do palco... deu tchau, apontou para ele e ele realizado!
E segurá-lo no braço, pulando, foi o último esforço por que o primeiro foi a saga que percorri para conseguir levá-los ao camarim e eu consegui! Eles conversaram com os "cara do J" (é assim que Gustavo chama) e, de sobra, ainda pegaram Victor & Léo descendo do palco. Os dois, aliás todos foram muito simpáticos e atenciosos com eles. Victor, se abaixou, puxou assunto e ainda ajeitou o Gui para a foto. Paulinho, baterista do J, ouviu tudo o que o Gustavo despejou, rsss (acho que o Paulinho é o seu preferido). Rogério também conversou, Marco Túlio, enfim... muito legal!
Eu, que morro de vergonha disso, fiquei impressionada como sou capaz de ir atrás das coisas para os meninos... estava com tanta vergonha que nem cumprimentar os cantores tive coragem, rsss Victor que veio, me deu dois beijinhos, apertou a mão do Alexandre e eu só disse um muito obrigada pela atenção com os meninos! Acho que mal sabe ele que aquele muito obrigada vinha lá do fundo do coração mesmo... por que levar os meninos para um evento gigantesco desses, popular, foi uma loucura que só seria realmente válida se eles tivessem a oportunidade de conhecer os artistas que tanto gostam.
Chegamos em casa às 04:30 da manhã, cansados, sem voz e dormimos os quatro a manhã toda e acordamos com uma gostosa ressaca da primeira loucura familiar desse tipo! Eles não deram trabalho de jeito nenhum e o camarote tinha todo um serviço de buffet incluído e a vontade. Coloquei os dois para dormir antes de irmos e, graças a Deus, foi uma festa sem confusão e encontramos sempre pessoas carinhosas com eles e ajudando, cedendo seu lugar para que eles pudessem curtir melhor.
Muitas fotos e muitas recordações...
Victor & Léo Simpatia!
Os cara do J... simplesmente demais!
Foto no comecinho do show e no final também! Tudo registrado!
* Quem disse que eu sabia quem era quem no grupo do J? Rsss enquanto isso, Gustavo me apresentou todos, dizendo, inclusive, quem tocava o que! Um dia desses ele virou para mim e disse: mamãe, estou tocando igual ao Paulinho! Virei para ele e disse: Meu filho, quem é Paulinho? E ele: Ora mamãe! O cara do J! O da bateria!
Como é bom voltar para casa!
Cheguei em casa muito, muito cansada mesmo e não parei um instante sequer... curti cada minuto ao lado dos meninos e me preocupei com uma coisa: não consegui fazer nada que não fosse com eles e para eles. Ontem, no final do dia, coloquei minha roupa de corrida e saí de casa para voltar a fazer minha atividade física e comprar pão. Comprei o pão e voltei para casa na mesma pisada. Não fui correr. Quis ficar em casa. Quis ficar com os meninos! Eles estão ótimos. Guilherme, apesar de mais maduro e responsável, ainda precisa se ajustar com o pai nas tarefas de casa. Bem, na verdade, acho que nós quatro precisamos nos acostumar com a nova rotina. As provas dele começam amanhã e eu estudei com ele todas as quatro provas que terá na minha ausência, deixei com o pai, impresso, exercícios que digitei de revisão para que os dois fizessem juntos e espero que não tenha surpresas nas notas já que o Gui sempre foi um excelente aluno. Gustavo continua a mesma comédia de sempre... o meu maior medo quando estava fora era voltar e encontrar o Gustavo `grande´, rsss. Brinco com ele dizendo que é o meu restinho de bebê e graças a Deus encontrei o mesmo restinho de bebê que deixei. Continua dormindo de mãos dadas com a mamãe, com o lençol branquinho maior que ele e dividindo comigo (só comigo) um `pedaço´...
Está também muito respondão... inteligente demais, com respostas sempre prontas e nem sempre essas respostas são as mais educadas. Combinei com o pai de não deixarmos escapar nenhuma por que como estarei fora toda semana, não podemos deixar que ele se transforme em um garotinho chato e mal-educado. Não sei explicar muito bem, mas a sensação que temos é que muitas vezes ele nos manipula com sua esperteza. Quando cheguei de viagem, Guilherme tinha feito toda a tarefa e ele não. Sentei na mesinha com ele para fazer e depois de muito choro, de dizer que estava enjoado, que não queria fazer, escuto essa: - Isso não é justo! Guiiiiii está lá curtindo a vida dele e eu aqui! Tenho várias tiradas dele para contar, mas minha memória anda fraquinha e só lembro de duas...
* Dia 16 de agosto foi aniversário de Teresina e minha tia, madrinha dele, disse:
E ele:
- É, está velhinha mesmo, mas não tem problema não por que ela não morre! * Estava tranquilamente jogando wii, esperando o Gui para brincar e eu pergunto: - Gustavo, você está jogando com quem? (pergunta que sempre faço e tem o seguinte sentido: qual personagem é você?)
Ele me responde:
- Com a CPU.
- Com quem?
- Com a CPU! CPU! Com o computador, não sabe???? * tom de voz bem nervosinho! Como se estivesse de saco cheio!*

